FGV Energia lança Caderno de Energias Renováveis Complementares

FGV Energia lança Caderno de Energias Renováveis Complementares


15-12-15 Atualidades

A FGV Energia lançou, no último dia 7, o Caderno de Energias Renováveis Complementares no Brasil. A publicação reúne análises de diversos agentes do setor, traz um panorama mundial sobre o tema e inclui reflexões sobre os impactos da inserção das fontes de energia eólica, solar, de biomassa e de Pequenas Centrais Hidrelétricas (PCH) no mercado de energia elétrica brasileiro.

A abertura do encontro foi realizada pelo vice-presidente da FGV, Sergio Quintella, que ressaltou a relevância para o país do robusto trabalho feito pelo Centro de Energia da Fundação em seus dois anos de atuação. “O Brasil enfrenta um desafio de produzir energia ambientalmente correta a custos baixos. Por isso, é importante que esse trabalho se desenvolva com cientistas, estudantes e professores brasileiros”, acrescentou.

Paulo César Cunha, consultor da FGV Energia, fez uma breve apresentação das temáticas do Caderno. Em seguida, Lavínia Hollanda, coordenadora de pesquisas da FGV Energia, mediou a mesa integrada por Altino Ventura Filho, secretário de Planejamento e Desenvolvimento Energético do Ministério de Minas e Energia – SPE/MME; Amilcar Guerreiro, diretor da Empresa de Pesquisa Energética (EPE); Edson Nobuo Ogawa, vice-presidente de Infraestrutura de Energia do Banco Santander; Élbia Gannoum, presidente da ABEEólica; Luciano Freire, diretor da Queiroz Galvão Energia; e Leontina Pinto, presidente da Engenho Pesquisa, Desenvolvimento e Consultoria.

O Secretário de Planejamento e Desenvolvimento do MME, Altino Ventura Filho, admitiu que a energia do país é “muito cara, tanto que algumas atividades brasileiras perderam competitividade”. Contudo, o especialista assinalou que parte desse custo elevado se deve à inserção de usinas térmicas na matriz brasileira, devido ao atraso no licenciamento ambiental e no leilão da hidrelétrica de Belo Monte, no Pará, e às obras de interligação elétrica entre as regiões do país.

Já a presidente da ABEEólica argumentou que a falta de interesse de investidores na transmissão de energia e a dificuldade de financiamento são os principais desafios para a indústria de geração de energia eólica em 2016. “Temos que repensar a transmissão do ponto de vista econômico-financeiro e regulatório”, acrescentou Élbia Gannoum.

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